O prêmio visa a estimular e reconhecer trabalhos
jornalísticos que envolvam a valorização da Magistratura, do Judiciário e da
Justiça Cidadã.
Um dos mais renomados juristas brasileiros, o
parnaibano Evandro Lins e Silva, também jornalista, escritor e político, é o
grande homenageado do IX Prêmio AMB de Jornalismo, promovido pela Associação de
Magistrados do Brasil. A premiação ocorre nesta terça-feira (24), realizada no
Espaço de Eventos Porto Vitória, em Brasília. Este ano, o prêmio conta com o
apoio do Governo do Estado.
A homenagem a Evandro Lins e Silva, concedida pela
AMB faz parte das festividades do centenário de nascimento do jurista,
comemorado em 2012. “Evandro Lins e Silva é um grande homem, que enche de
orgulho os piauienses, por sua participação nos processos de democratização e
redemocratização do Brasil. Era um homem de ideais firmes, eternizados por
frases como ‘ao invés de construir sítios, o Brasil deve construir escolas’”,
afirmou o governador Wilson Martins.
O Prêmio AMB de Jornalismo visa a estimular e
reconhecer trabalhos jornalísticos que envolvam a valorização da Magistratura,
do Judiciário e da Justiça Cidadã, dando visibilidade às experiências
inovadoras para a melhoria da prestação jurisdicional à sociedade brasileira.
Ao todo, 27 finalistas concorrem ao prêmio em nove
categorias: Especial Patrícia Acioli - Combate ao Crime Organizado e Segurança
de Magistrados e dos Fóruns; Fotojornalismo; Mídias das Assessorias das
Associações filiadas à AMB; Mídias das Assessorias dos Tribunais; Mídia
Impressa; Mídia Regional; Radiojornalismo; Telejornalismo; e Webjornalismo.
Evandro Lins
e Silva
Evandro Cavalcanti Lins e Silva nasceu no dia 18 de
janeiro de 1912, em Parnaíba; graduou-se na Faculdade de Direito do Rio de
Janeiro; durante a graduação, iniciou sua carreira como jornalista. No âmbito
do Direito, foi procurador-geral da República, de setembro de 1961 a janeiro de
1963, e ministro do Supremo Tribunal Federal, de setembro de 1963 a janeiro de
1969.
Foi um dos fundadores do Partido Socialista
Brasileiro. Foi ministro das Relações Exteriores em 1963. Publicou obras como A
Defesa tem a Palavra, Arca de Guardados e O Salão dos Passos Perdidos. É
imortal da Academia Brasileira de Letras. Faleceu em 17 de dezembro de 2002, no
Rio de Janeiro.
Edição do Jornal da
Parnaíba | Por Vanessa Mendonça
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