quarta-feira, abril 10, 2013

Representantes da Câmara de Paranaíba fazem visita ao HEDA


Com o objetivo de saber como está a qualidade do atendimento a saúde da população parnaibana, uma comissão de representantes da Câmara Municipal de Parnaíba, formada pelos vereadores Carlson Pessoa, Foguinho, Fátima Carmino, André Neves e Diniz estiveram nesta quarta-feira (10), pela manhã no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) reunidos com todos a diretoria e coordenadores daquela casa de Saúde.

A reunião teve início às 10hs encerrando por volta do meio dia, neste espaço de tempo também foi realizada visita as diversas dependências do hospital vendo como está a qualidade do atendimento aos pacientes nas enfermarias, pronto socorro, UTI e realização de cirurgias, especialmente as ortopédicas, que não estavam sendo realizadas por conta de uma reforma nas instalações.

Comissão de Saúde da Câmara Municipal em visita ao HEDA
A visita dos vereadores vem de encontro as constantes reclamações da população que procura os serviços de Hospital Dirceu, mas que nem sempre recebem o tratamento digno.

A inspeção ao HEDA é fruto do Requerimento de autoria do vereador Bernardo Rocha (PSC), que solicitou à visita da Comissão de Saúde da Câmara ao Dirceu.

Vereadores em visita ao HEDA de Parnaíba
A Direção do hospital apresentou as dificuldades e avanços alcançados através da atual gestão dentre elas: reforma do centro cirúrgico, construção do centro de obstetrícia e a UTI Neonatal, Dr. Vitor Carneiro diretor clinico esclareceu com relação aos concursados. Que o governo aguarda uma decisão sobre a federalização do hospital para que então todos os concursados sejam chamados a assumir, afirmou ainda que mesmo chamando todos os concursados não atende a carência de funcionários que o HEDA precisa. Bernardo Rocha conclamou os demais vereadores para que juntos possam buscar as soluções para o Hospital Dirceu.

Jornal da Parnaíba

3 comentários:

Anônimo disse...


CALAMIDADE PUBLICA NO BAIXO PARNAIBA DA SAÚDE

http://www.youtube.com/watch?v=KNJB2C92Mpk

Por que queremos o curso de medicina em Parnaiba? Porque nao temos medicos em todo baixo parnaiba ( MA e PI). O negocio e serio.

Ainda bem que empresarios como o Sr. Almendra e seu Filho Dr. Almendra vao oferecer mais servicos para o povo do baixo Parnaiba.

Anônimo disse...

O termo alta complexidade hospitalar é muito conhecido entre os profissionais de saúde, mas e a população em geral, sabe exatamente do que se trata? No post dessa semana vamos explicar um pouco melhor o que isso significa e como um hospital com esse perfil pode fazer a diferença no atendimento.
Normalmente quando pensamos em alta complexidade vem à mente uma situação de emergência e a necessidade de correr para o hospital. No entanto, uma informação é fundamental para entendermos o termo: a alta complexidade não está diretamente relacionada com uma emergência médica. Uma apendicite, por exemplo, é uma emergência, pois precisa de atendimento rápido, mas não se enquadra como atendimento altamente complexo.
Já uma cirurgia de coluna pré-agendada não é uma emergência, mas é um procedimento complexo. Se houver alguma complicação durante ou após a cirurgia, o paciente precisa contar com o apoio de uma equipe multiprofissional (cardiologistas, nefrologistas etc), banco de sangue (caso haja hemorragia) e alta tecnologia de apoio à resolução do problema, como exames de imagem de última geração, unidade de terapia intensiva, entre outros.
Um hospital focado em alta complexidade pode tanto resolver uma apendicite, como as complicações de uma cirurgia eletiva (agendada) de coluna, ou mesmo identificar um aneurisma cerebral antes do rompimento em uma pessoa que só foi ao pronto-socorro por estar com uma forte dor de cabeça.
Esse paciente, por exemplo, pode ser tratado no mesmo local com o apoio da radiologia intervencionista realizando um procedimento endovascular não invasivo e que, portanto, tem menor possibilidade de sequelas. Uma outra opção, quando esses recursos não estão disponíveis, seria o tratamento cirúrgico convencional.
A Dra. Regina Tranchesi, diretora Técnica do Hospital 9 de Julho, resume em uma frase o que é alta complexidade hospitalar: “São atendimentos onde você precisa de recursos tecnológicos avançados e competência médica multiprofissional para resolver o problema de maneira eficaz”.
Essa estrutura diferenciada, até por ser mais dispendiosa, não é encontrada em todos os hospitais. Por isso, é importante saber se o hospital de sua preferência ou aquele que fica mais próximo de sua casa tem estrutura de alta complexidade. Assim você saberá a quem recorrer se houver necessidade.



http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/institucional/como-e-um-hospital-de-alta-complexidade/

Anônimo disse...




A governadora Roseana Sarney e o secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, assinaram hoje pela manhã a ordem de serviço para o início das obras de construção do Hospital Macrorregional de Caxias. A governadora disse que a nova unidade de saúde estadual de alta complexidade será entregue à população em março de 2014.

O Hospital Macrorregional de Caxias terá 100 leitos de internação, 12 leitos de UTI, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas, quatro salas de cirurgia, exames de imagem (tomografia, ultrassom, raio-x, endoscopia e mamografia) e laboratório de análises clínicas, numa área de 5 mil metros quadrados. A governadora informou que a obra custará R$ 21.138.379,59 e os equipamentos estão orçados em R$ 11 milhões, totalizando um custo final de cerca de R$ 32 milhões.

“Será um hospital moderno, com equipes capacitadas, para atender a população de Caxias e de toda a região. Mostramos mais uma vez a nossa determinação de tornar a saúde pública do Maranhão um exemplo para todo o Brasil. É assim, com muito trabalho, que demonstramos nosso amor pelos maranhenses”, enfatizou a governadora.


http://www.sistemadifusora.com.br/maranhao/cidades-ma/item/23600-caxias-tera-hospital-de-alta-complexidade-em-2014