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| Francisco Araújo Galeno, o Kim do Caranguejo |
Francisco Araújo Galeno, o Kim do Caranguejo que foi
derrotado no último pleito quando disputou a reeleição pela coligação “A
Vontade do Povo” desabafa e diz que entregará prefeitura de município de Luis
Correia em ordem para sua sucessora.
O prefeito de Luis Correia, Kim do Caranguejo,
desabafou hoje (20), durante entrevista ao Jornal do Piauí. Kim relatou que foi
alvo de perseguição, teve sua casa invadida durante a campanha eleitoral e,
apesar das dificuldades, vai repassar a prefeitura com as contas sanadas e
entregará novos equipamentos no dia 31 de dezembro, último dia de mandato.
Segundo o prefeito, Luis Correia foi transformada
em sua gestão e gostaria que o próximo gestor, a prefeita eleita Adriane Prado,
tenha a mesma preocupação.
Para Kim, muitas coisas que ainda estão acontecendo
na cidade são fruto da campanha eleitoral. Ele afirma que o palanque ainda não
foi desmontado.
"Queria parabenizar os que ganharam e que em
2013 possam trabalhar pela prefeitura, dando continuidade ao trabalho que deu
dignidade aos funcionários. No mandato anterior, o grupo deixou os salários
atrasados. Hoje, Luis Correia é dos municípios que melhor paga professor, alguns
recebem mais de R$ 3 mil. Estamos entregando toda documentação, temos fotos e
atas registradas em cartório. O que me deixa triste é que a política tem que
ser diferente. Acabou a eleição, tem que acabar o palanque. Ela tem que se
preocupar com o mandato", disse.
Kim afirmou ainda que no dia 31 de dezembro
entregará novos equipamentos para a cidade. "Dia 31 vamos mobilizar na
praça e no ginásio para a entrega de sete carros novos para a Saúde, dois
caminhões compactadores, seis ônibus escolares do Fundeb, estamos equipando
todas as escolas com recursos do governo federal", declarou.
Desabafo
O prefeito fez ainda um desabafo. Segundo ele, sua
casa foi invadida e seu filho agredido fisicamente. "As pessoas que não
são do mesmo lado vão jogando lixo nas portas das casas para poder prejudicar a
administração. Minha casa foi invadida. Derrubaram o portão, meu filho foi
agredido. Fui à justiça, pedi segurança em Teresina. Eu ganhei uma eleição e
nunca saí soltando foguete. Acho que cada um tem que assumir e pensar na
gestão", avaliou.
Redação do Jornal da Parnaíba | com informações de Leilane
Nunes/cidadeverde
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