Jornal da ParnaíbaPor José Wilson
Servidor público estadual poderá ficar sem reajuste salarial no mês de maio. O estado precisa de 200 milhões para administrar a crise.
Reajuste do servidor
Ao desembarcar hoje (quarta-feira 8), em Teresina, no Aeroporto Petrônio Portela, procedente de Montes Claros, Minas Gerais, onde participou do Fórum dos Governadores do Nordeste, o governador Wellington Dias, que concedeu entrevista ainda no auditório da Infraero do aeroporto, deu uma péssima notícia para os funcionários públicos estaduais. O reajuste salarial feito anualmente no mês de maio poderá ser adiado.
Ele disse que ficou acertado no Fórum, que os estados irão anunciar essa decisão conjuntamente, na semana que vem, se adiam ou não o reajuste. “Na próxima semana sai a decisão. Existe a possibilidade de um adiamento desse reajuste. É bom lembrar que estamos falando de dificuldade para honrar despesas já acertadas. A meta é tomar uma decisão comum”, afirmou o governador.
Ele disse que ficou acertado no Fórum, que os estados irão anunciar essa decisão conjuntamente, na semana que vem, se adiam ou não o reajuste. “Na próxima semana sai a decisão. Existe a possibilidade de um adiamento desse reajuste. É bom lembrar que estamos falando de dificuldade para honrar despesas já acertadas. A meta é tomar uma decisão comum”, afirmou o governador.
Administração da crise
Wellington Dias disse ainda que o Piauí vai precisar de R$ 200 milhões para gerenciar a crise econômica. Segundo o governador, esse valor virá do corte de orçamentos e de planos ou financiamentos autorizados pelo governo federal. “Estados e municípios terão de ajustar orçamentos. Fizemos um corte de 20% no custeio normal e reduzimos em 20% o salário dos cargos de comissão. A prioridade é manter as obras em andamento e garantir contrapartidas do governo federal”, analisou o governador.
Wellington Dias disse ainda que o Piauí vai precisar de R$ 200 milhões para gerenciar a crise econômica. Segundo o governador, esse valor virá do corte de orçamentos e de planos ou financiamentos autorizados pelo governo federal. “Estados e municípios terão de ajustar orçamentos. Fizemos um corte de 20% no custeio normal e reduzimos em 20% o salário dos cargos de comissão. A prioridade é manter as obras em andamento e garantir contrapartidas do governo federal”, analisou o governador.
Nenhum comentário:
Postar um comentário