sábado, novembro 10, 2018

Conselho deliberativo do Parnahyba começa a discutir temporada 2019

Conselheiros do Parnahyba veem “segurança jurídica” e discutem início do planejamento para Piauiense 2019.
Reunião Conselho Deliberativo abre discussões sobre ação na Justiça e planejamento de 2019 — Foto: José Francisco/TV Clube
Reunião de emergência do Parnahyba libera vice-presidente Osvaldo Brandão a começar trabalho para estadual após intervenção da Justiça. Batista Filho segue afastado do cargo

O Conselho Deliberativo do Parnahyba liberou o vice-presidente Osvaldo Brandão a comandar os trabalhos do clube para o Campeonato Piauiense 2019. Com o afastamento de Batista Filho da presidência, devido à ação na Justiça, havia um temor dos dirigentes azulinos de como seria a gestão do time do litoral no estadual. No entendimento dos conselheiros, durante reunião na noite de quinta-feira, há “segurança jurídica” para Brandão assumir o Tubarão, mesmo com o imbróglio judicial que cerca o clube nos últimos meses.

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Os advogados do presidente afastado Batista Filho apresentaram na reunião a última decisão do caso, no dia 30 de outubro, onde o Tribunal de Justiça determinou que o vice, Osvaldo Brandão, assumisse o comando do clube até que o processo seja julgado em primeira instância.

De urgente, o Parnahyba aguarda a liberação de recursos públicos para resolver pendências financeiras.
Ação movida pelo ex-presidente Gringo questiona processo que reelegeu Batista Filho e o vice Osvaldo Brandão — Foto: Miguel Bezerra
Parnahyba na Justiça
A novela judicial no Parnahyba começou logo após as eleições para a presidência do clube. Derrotado nas urnas, o ex-jogador e ex-presidente Gringo, denunciou Batista Filho por suposta fraude nas eleições presidenciais do clube e também pela falta de prestação de contas da atual gestão.

A situação gerou um impasse que chegou a ter a nomeação e destituição de uma interventora, enquanto o vice-presidente Osvaldo Brandão assumiu o comando interino azulino. Celina Olivindo, disse que encontrou resistência para iniciar a prestação de contas.

A ação movida em outubro do ano passado só foi julgada no início deste ano, quando a 1ª Vara da Comarca de Parnaíba determinou o afastamento de Batista por indícios de irregularidade. Além de denunciar a suposta fraude nas eleições, Gringo ainda denunciou a falta de prestação de contas do clube. O então presidente negou todas as acusações.
O processo segue sem data prevista para ser julgado. Caso seja constatada a irregularidade no pleito, novas eleições presidenciais deverão ser feitas no clube.

Por Kairo Amaral/G1 | Jornal da Parnaíba
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