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| Foto: Reprodução / Tartarugas do Delta |
O acompanhamento ocorre diariamente e é realizado pelo Projeto
Tartarugas do Delta, em parceria com a Petrobras, por meio do Programa
Petrobras Socioambiental, com apoio da APA Delta do Parnaíba e da
Eólica Pedra do Sal.
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| Foto: Reprodução / Tartarugas do Delta |
Os registros acontecem a partir da observação de rastros deixados
pelas tartarugas na areia, de flagrantes do momento da desova ou
de comunicações feitas por moradores e frequentadores das praias. A
participação da comunidade é considerada essencial para ampliar a proteção dos
ninhos.
“Contamos com a ajuda de donos de bares e restaurantes, pescadores e pessoas que frequentam as praias. Sempre que alguém flagrar uma tartaruga ou perceber rastros, é importante avisar o Projeto para que possamos identificar o ninho e acompanhar o desenvolvimento”, explica Werlanne Magalhães, coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta.
Cuidados ajudam a proteger as espécies
Para garantir a conservação das áreas de desova, os especialistas
reforçam a necessidade de reduzir impactos humanos nas praias. Entre
as principais medidas estão:
- controle da poluição luminosa, que pode desorientar as tartarugas;
- gestão adequada dos resíduos sólidos;
- restrição do tráfego de veículos na faixa de areia.
Essas ações ajudam a aumentar as chances de sobrevivência dos filhotes
e a manter o equilíbrio ambiental do litoral.
Como avisar sobre desovas?
Quem identificar tartarugas, rastros ou ninhos pode entrar em
contato com o Projeto Tartarugas do Delta (@institutotartarugasdodelta)
pelo telefone (86) 9 9968-0197. A comunicação rápida é fundamental para o
monitoramento e a proteção das espécies.
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