Presidente azulino reduz a zero as chances de
repatriação de ex-treinador. Dirigente volta a defender fôlego financeiro em
meio à crise econômica. "Pés no chão"
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| Paulo Moroni, técnico do Baraúnas (Foto: Wilson Moreno/Gazeta do Oeste) |
O sonhado acerto da diretoria do Parnahyba com o
técnico Paulo Moroni entrou em desalinho. O presidente Batista Filho reconheceu
pela primeira vez que não deve contar com o gaúcho, hoje comandante do
Baraúnas, do Rio Grande do Norte. O plano B azulino começa a ser posto em
prática a partir desta quinta e o anúncio, segundo o cartola, deve ficar para
segunda-feira.
- Está
descartada a possibilidade de Moroni treinar o Parnahyba. Ele está empregado.
Quero fazer as coisas com responsabilidade. Acho pouco provável. Estamos vendo
outros nomes para que possamos tomar uma decisão correta – garantiu em
entrevista a Rádio Horizonte.
- Todos eles aceitaram e entenderam nossa realidade
financeira. Não adianta contratar vários e não ter como pagar. Ainda temos
acordo verbal com Capela, Rian e Ramon, mas eles estão disputando competições
em outros estados. Devem chegar apenas em março - adiantou.
Por Gláucio Resende e Renan Morais/ Globo Esporte
Edição do Jornal da Parnaíba
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