Procurador Kelston Lages pediu informações sobre
origem do dinheiro. A Coluna de Cláudio Humberto: empresa contratada pelo BNB seria fonte dos R$ 180 mil. Colunista diz que Ministério Público da BA chegou à origem do dinheiro apreendido. É dinheiro público.
O procurador do Ministério Público Federal do Piauí
Kelston Pinheiro Lages pediu agilidade à Procuradoria da República de Barreiras
(BA), na investigação da procedência dos R$ 180 mil apreendidos no último dia
11 de setembro com o servidor do Senado Federal José Martinho Ferreira de
Araújo. Kelston Lages, que atua como procurador regional eleitoral, pediu
informações à polícia e ao Ministério Público Federal da Bahia sobre o caso
para acompanhar o desdobramento das investigações.
O inquérito sobre a apreensão dos R$ 180 mil foi
entregue na sexta-feira passada pelo delegado Francisco Carlos de Sá, da 1ª
Delegacia de Polícia de Barreiras, ao Ministério Público Federal, sem relatar a
origem do dinheiro. O procurador João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, da
Procuradoria da República de Barreiras, é quem está à frente do caso. "Já entrei em contato com o
procurador João Paulo pedindo agilidade no rastreamento do dinheiro",
disse Kelston Pinheiro Lages ao Diário do Povo.
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O MPF e a Polícia Federal estão apurando de onde
saiu o dinheiro, a quem pertence e a que se destinava. No momento da apreensão,
José Martinho disse que os R$ 180 mil eram dele e seriam utilizados na compra
de uma fazenda no interior do Piauí, mas não soube explicar a origem do
dinheiro. Segundo o procurador Kelston Lages, como o motorista do carro, Paulo
Fernando de Sousa, foi preso com uma carteira de habilitação falsa, o
rastreamento do dinheiro pode apontar outros delitos, como lavagem de dinheiro.
O dinheiro estava sendo transportado em notas
de R$ 100,00, no fundo do banco traseiro de um carro que viajava de Brasília
com destino ao interior do Piauí. O carro era dirigido por Paulo Fernando de
Sousa, que apresentou carteira de motorista falsa e foi preso. O rapaz foi
solto no sábado, dia 13. No dia da apreensão, José Martinho Ferreira de Araújo
afirmou que a quantia seria usada para a compra de uma fazenda no Piauí e que o
caso não há relação alguma com Wellington Dias. Ele permaneceu detido na
delegacia de Barreiras por cerca de quatro horas.
Em nota, ainda na noite do ocorrido, o senador
Wellington Dias esclareceu que não tem qualquer relação com o fato envolvendo
José Martinho Ferreira de Araújo. Confirmou que o motorista trabalha no
gabinete dele, mas disse que ele se encontrava de férias das suas funções e
estava em viagem pessoal.
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Com informações do Diário do Povo do Piauí

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