Problemas com a construtora e cessão do imóvel
motivaram a desistência. Projeto arquitetônico do novo centro deve ficar pronto até o final de 2014.
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Prédio que receberia o Centro Cultural do BNB
em Teresina
(Foto: Pedro Santiago/G1)
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Um imbróglio entre o Banco do Nordeste e a
construtora contratada para reformar o prédio que receberia o Centro Cultural
BNB em Teresina, fez com que a capital perdesse a oportunidade de contar com um
equipamento que ofereceria acesso gratuito a bens e serviços culturais, como
teatro, cinema, biblioteca, além de espaço para exposições e oficinas de arte.
Com esse problema e mais a perda da cessão do prédio que receberia a instalação
física, o BNB decidiu que o Centro será construído em Parnaíba, no litoral do estado.
“A empresa que ganhou a licitação para reformar o
prédio (imóvel que sediou o Instituto Nacional de Seguro Social, na Praça João
Luís Ferreira) se declarou sem condição de fazer a obra. Quando isso acontece,
o banco busca as salvaguardas legais, ou seja, o fim do contrato, assim como
solicita que a empresa devolva o que foi pago. Isso foi no final de 2012 e
início de 2013”, afirmou o superintendente do BNB no Piauí, Luis Alberto da
Silva.
Segundo o gestor, após o abandono da obra de
reforma do prédio, que chegou a ser iniciada, o banco tentou encerrar o
contrato com a empresa, ter o dinheiro pago de volta, além do recebimento de
multa, mas a empreiteira pediu a revisão de contrato, com o aumento de valores,
o que não foi aceito pelo BNB. Durante o impasse, a Secretaria do Patrimônio da
União recebeu uma demanda da Secretaria de Políticas para as Mulheres, que
precisava de um imóvel para instalar um equipamento de apoio ao órgão no Piauí.
“Tentamos o elastecimento do prazo de cessão do
imóvel para o BNB, mas não conseguimos. Apesar do resultado, isso não teve nada
de conflituoso. Com isso, chegamos a um consenso de que o BNB poderia trabalhar
a cultura no Piauí, mesmo com a perda desse local e decidimos implantar um
projeto antigo do banco que é a interiorização da cultura. Nesse propósito, nós
buscamos uma nova área e foi decidido pelo município de Parnaíba, fato ocorrido
no início de 2014”, contou Luis.
Todo esse problema fez com Teresina perdesse o
Centro Cultural do BNB, que foi anunciado com pompa no ano de 2010, com a
presença do então presidente do banco Roberto Smith, do ministro da cultura da
época Alfredo Manevy, além do ex-governador Wellington Dias, e de
representantes da Secretaria do Patrimônio da União.
À época, o BNB afimou que o Centro teria teatro com
150 lugares, auditórios e salas para leitura, música e oficina de arte; espaços
para exposições; bibliotecas: tradicional, infantil, virtual e adaptada para
pessoas com deficiência audiovisual; sala de dança e ainda um mirante no topo
do edifício.
O superintendente não trata a ida do Centro para
Parnaíba como uma perda para Teresina. “Não é Teresina que perde, mas o que
Piauí ganha. Com todo o ocorrido, seguimos para implantar um projeto antigo do
banco que é a interiorização da cultura. Nesse propósito, nos buscamos uma nova
área e foi decidido pelo município de Parnaíba. O maior propósito do banco é
interiorizar a cultura, já que entendemos que a capital tem uma série de
equipamentos e alternativas que o interior via de regra não tem”, afirmou Luis
Alberto.
Parnaíba
O superintendente afirmou que o BNB já escolheu um imóvel na cidade litorânea do Piauí e que estão sendo realizadas negociações com a Prefeitura de Parnaíba para doação do local. “O prazo para fechar o projeto em Parnaíba é o fim deste ano. Depois de fechado o local e garantida a cessão do imóvel, o arquiteto vai formular o projeto arquitetônico com alocação de cada espaço. Depois disso, nós fazemos a licitação para o início da reforma”, afirmou.
O superintendente afirmou que o BNB já escolheu um imóvel na cidade litorânea do Piauí e que estão sendo realizadas negociações com a Prefeitura de Parnaíba para doação do local. “O prazo para fechar o projeto em Parnaíba é o fim deste ano. Depois de fechado o local e garantida a cessão do imóvel, o arquiteto vai formular o projeto arquitetônico com alocação de cada espaço. Depois disso, nós fazemos a licitação para o início da reforma”, afirmou.
O leque de atividades e de espaços que o Centro
contemplará ainda não está definido, pois isso só acontece após escolha
definitiva do local. O BNB afirma que ele seguirá o molde dos outros centros já
instalados, com uma plataforma multieventos com espaços para teatro, música,
dança, artes plásticas em geral, além de bibliotecas.
Para o gestor, o diferencial do Centro Cultural não
é a estrutura física, mas a programação disponibilizada. “O interessante do
centro é a permanência de uma estrutura de voltada para a eventos culturais
sistematizado. Não é aquela coisa de vai ter exposição um dia e passa um longo
tempo sem atividades. O Centro cultural BNB tem uma constância, com uma
programação permanente”, finalizou.
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Por Pedro Santiago/G1 PI
Por Pedro Santiago/G1 PI

4 comentários:
Haha. E a academia de policia que ficava em Parnaiba foi pra onde mesmo???
Teresina é uma capital fraca, não tem atrativos para receber grandes investimentos e por isso trava o crescimento do litoral, pois seria uma ameaça. Enquanto Teresina for a capital do estado o Piauí nunca irá se desenvolver, isso é fato !
Pois coloca a capital em oeiras ela fic bem no centro. Distroca as o litoral pela terras do sul . O piaui so ganhou litoral pra ter um porto . Nos nao vamos ter porto entao retorna o litoral pro ceara e da um pedaco do rio parnaiba pro ceara. Anexa se toda a planicie litonea o ceara que aposto se aqui nao vai pra frente.
Eita! PARNAIBA VAI se desenvolver do dia pra noite por cause desse centro cultural. Hahaha
O titulo dessa materia faz comno que leitor comece a imagjnar uma briga entre cidade . Por causa de que mesmo ? De um centro cultural. Haha
Quem colocou o titulo dessa materia deveria colocar um titulo menos provocativo.
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