O senador ressaltou que quando comparados os perfis genéticos obtidos de evidências encontradas nos locais de crimes – os mais comuns são o sangue, a saliva, esperma e fios de cabelo – com os perfis de DNA de amostras armazenadas em bancos de dados, o autor de um crime será mais facilmente identificado. Para ele, a medida já deveria estar em funcionamento no país “É injustificável que o Brasil ainda esteja tão atrasado na implantação do banco de dados de DNA, certamente o mais eficiente mecanismo de identificação criminal da atualidade”, afirmou. Ciro lembrou que já foi aprovado no Senado Federal o PLS 93/2011, de sua autoria, que estabelece a identificação genética obrigatória para os criminosos condenados por crimes violentos ou hediondos e a criação de um banco nacional de DNA. A proposta encontra-se em análise na Câmara dos Deputados e o parlamentar pediu aos deputados que analisem a proposta com rapidez. “Em vista da relevância social e da importância que o projeto apresenta para a ordem pública, espero que os Senhores Deputados se convençam da necessidade de transformar em lei essa proposta que vai aperfeiçoar enormemente nossos sistemas de elucidação de crimes contra a vida”, disse.
Edição Blog do Pessoa
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