Associação de mulheres quebradeiras de coco do Piauí integra projeto para a Copa de 2014. Sabonetes produzidos artesanalmente terão destaque durante mundial.
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Nas comunidades, o trabalho já começou. Sabonetes produzidos com óleo de babaçu por uma Associação de Quebradeiras de Coco do Piauí devem ganhar destaque durante a Copa do Mundo de 2014. Eles estarão em hotéis, restaurantes e lojas de artesanato nas cidades que vão sediar os jogos. Nas comunidades, o trabalho já começou.
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Nas comunidades, o trabalho já começou. Sabonetes produzidos com óleo de babaçu por uma Associação de Quebradeiras de Coco do Piauí devem ganhar destaque durante a Copa do Mundo de 2014. Eles estarão em hotéis, restaurantes e lojas de artesanato nas cidades que vão sediar os jogos. Nas comunidades, o trabalho já começou.
O trabalho é em grupo e começa cedo da manhã. Mata adentro, as quebradeiras de coco babaçu do Piauí procuram a matéria prima que vai gerar renda para a família. Boa parte é encontrada no chão, outra ainda na palmeira.
Parte do coco babaçu catada no dia é quebrada dentro da mata, uma atividade que, para essas mulheres, começou ainda na infância e que requer destreza e experiência.
Quando saem da mata, o trabalho das mulheres continua no quintal de casa. A maior fonte de renda delas é o coco babaçu, uma atividade que promete trazer mais lucro com o futebol, com a Copa do Mundo sediada no Brasil em 2014.
A Associação das Quebradeiras de Coco do Piauí foi uma das 101 entidades aprovadas pelo projeto do governo federal e do Sebrae, “Talentos do Brasil Rural”, que vai inserir em hotéis, restaurantes e lojas de artesanato produtos da agricultura familiar durante o mundial.
Hoje a associação produz 200 sabonetes por mês. Para garantir as encomendas no período da Copa, a meta é atingir 50 mil unidades. A associação já investiu até na quebra mecanizada do coco babaçu.
A principal matéria prima na produção do sabonete é o óleo do babaçu, que ainda é extraído de forma artesanal no município.
Até 2014, as quebradeiras de coco babaçu terão muito trabalho pela frente, mas todas apostam na recompensa.
Publicação: Jornal da Parnaíba
Fonte: Globo Rural
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