Em apenas dois dias de fiscalização o Ibama já apreendeu 1.780 quilos de lagosta na região do Delta do Parnaíba.O Ibama e a Marinha do Brasil iniciaram na terça-feira (2) uma parceria para fiscalização da pesca irregular de pescados e frutos do mar no litoral do Piauí. A operação 'Impacto Profundo II' visa, principalmente, embarcações que pesquem lagostas, estejam em alto mar sem permissão de pesca ou que façam uso de técnicas e apetrechos proibidos.
A investida se dá em função do início do período de pesca do crustáceo que ocorreu na segunda-feira (1) com tempo indeterminado de duração. A campanha acontece de forma intensiva. Durante 24h por dia, grupos com quatro fiscais alternarão os trabalhos. As primeiras embarcações revistadas desde as 6h da manhã de terça-feira (2), já encontraram as primeiras irregularidades.
No primeiro dia de operação terça-feira (02), o Ibama junto com uma equipe de operações da Marinha de Parnaíba apreendeu a 30 milhas da costa entre o litoral do Piauí e Maranhão uma embarcação com aproximadamente uma tonelada de lagosta. Segundo o coordenador de Operações de Impacto Profundo II do Ibama de Paraíba, Assis Daniel, que está nesta região, os equipamentos utilizados para realizar a pesca eram ilegais.
No segundo dia, quarta-feira (3) foi apreendida mais 780 quilos Os pescadores não tinham carteira e nem autorização para estarem realizando a atividade pesqueira. Os agentes encontraram 50 redes de pesca usadas em uma extensão maior podendo capturar mais lagostas. Os equipamentos adequados para este tipo de pesca são o manzuá, cangalha e corvo.Foram ainda recolhidos, a embarcação, equipamentos de GPS, compressor e cadernos de anotações. Os prejuízos segundo os pescadores são em torno de 100 mil reais. Eles terão que pagar ainda multa de cinco mil reais e mais vinte reais por quilo de lagosta e ficarão sem o seguro desemprego e sem direito a empréstimos em bancos oficiais.
No primeiro dia de operação terça-feira (02), o Ibama junto com uma equipe de operações da Marinha de Parnaíba apreendeu a 30 milhas da costa entre o litoral do Piauí e Maranhão uma embarcação com aproximadamente uma tonelada de lagosta. Segundo o coordenador de Operações de Impacto Profundo II do Ibama de Paraíba, Assis Daniel, que está nesta região, os equipamentos utilizados para realizar a pesca eram ilegais.
No segundo dia, quarta-feira (3) foi apreendida mais 780 quilos Os pescadores não tinham carteira e nem autorização para estarem realizando a atividade pesqueira. Os agentes encontraram 50 redes de pesca usadas em uma extensão maior podendo capturar mais lagostas. Os equipamentos adequados para este tipo de pesca são o manzuá, cangalha e corvo.Foram ainda recolhidos, a embarcação, equipamentos de GPS, compressor e cadernos de anotações. Os prejuízos segundo os pescadores são em torno de 100 mil reais. Eles terão que pagar ainda multa de cinco mil reais e mais vinte reais por quilo de lagosta e ficarão sem o seguro desemprego e sem direito a empréstimos em bancos oficiais.
As equipes da Marinha estão em parceria com o Ibama em todo litoral do Brasil junto com policiais civis, militares e ainda a Guarda Florestal. As operações a nível nacional estão previstas para encerrarem no dia 12 de junho, mas no Piauí ainda não tem data final para a operação.
Para cada embarcação que for flagrada com irregularidades o valor da multa será de R$ 20.600,00, além da apreensão dos equipamentos e produção. Todas as lagostas apreendidas foram doadas para a Fundação Ninho, Paróquia São Sebastião em Parnaíba, Hospital Psiquiátrico, APAE-Parnaíba, SEDESC e Defesa Civil em prol das vítimas atingidas pelas enchentes.
Nesta parceria, cabe ao Ibama verificar exigências legais, como carteira de pescador profissional, permissão de pesca das embarcações e apetrechos de pesca (equipamentos). "A forma correta de pescar lagosta, por exemplo, seria com os corvos ou manzuás", lembra o analista ambientalista do Ibama em Parnaíba, Jaime. Segundo ele, a estrutura destes aparelhos permite que as lagostas menores saiam e que apenas as de tamanho ideal à pesca sejam retiradas do mar. Já a Marinha fica responsável pela fiscalização da inscrição na Capitania dos Portos e de outros itens obrigatórios.
A Operação Impacto Profundo II faz parte do Plano Emergencial de Fiscalização da Pesca da Lagosta, que vem sendo executado pelo Ibama em âmbito nacional para inibir a pesca ilegal do crustáceo. A atividade legal tem grande importância econômica, em especial na região nordeste do País, movimentando mais de R$ 80 milhões por ano no Brasil, e é responsável por milhares de postos de trabalho.
A campanha contra a pesca irregular acontece também em portos de outros estados do país: Vitória/ES, Salvador/BA, Aracaju/SE, Maceió/AL, Recife/PE, João Pessoa/PB, Natal/RN, Fortaleza/CE, São Luis/MA e Belém/PA, Canal do Porto/PE e Porto Seguro/BA. Neles, a fiscalização teve início ainda na segunda-feira (1).
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