Em entrevista à imprensa presente em solenidade da APPM (Associação Piauiense dos Prefeitos Municipais), na manhã desta terça-feira, dia 17, o governador Wellington Dias (PT) anunciou medidas urgentes que vai tomar por conta da crise Financeira que atinge o mundo inteiro e já chegou ao Piauí. Suspendeu a convocação de aprovados em concurso público e ainda interrompeu a realização de novas obras a partir do 2º semestre.Todas as obras do governo previstas para o segundo semestre deste ano devem ser suspensas, de acordo com o que informou nesta manhã o governador Wellington Dias (PT). Ele explica que é preciso cautela em relação aos efeitos da crise econômica internacional.
Garantiu, no entanto, que todas as obras que estão sendo construídas com recursos federais terão andamento. “Não haverá dissolução de continuidade para obras feitas em parceria com recursos federais.” Dias falou que serão priorizados os projetos em andamento. "Os novos projetos serão tratados com toda a cautela necessária. O horizonte é muito nebuloso. Não sabemos como as coisas ficarão."
O governador informa que a prioridade é o pagamento de salários dos servidores e a continuidade dos projetos já em andamento. Apesar da recomendação, o chefe do Executivo enfatiza que o estado possui uma situação confortável.
"O Piauí cresce acima da inflação. Nossa realidade é bem diferente, muito melhor do que a maioria dos estados brasileiros", comenta. Ele diz que está baseado em dados do último trimestre.De acordo com o governador, o calendário de obras do estado será alterado drasticamente a partir de julho. Segundo ele, não haverá dissolução de continuidade nas obras que estão sendo construídas com recursos federais.
Suas declarações foram concedidas agora pela manhã durante solenidade na APPM (Associação Piauiense de Municípios). Ele esteve reunido com prefeitos e secretários municipais de Saúde.Participaram, ainda, o deputado e presidente do PT, Fábio Novo, a primeira-dama e Secretária para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Rejane Dias, o secretário de Saúde, Assis Carvalho e o presidente da APPM, Francisco Macedo.
Fonte: 180 graus
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