quinta-feira, dezembro 01, 2016

Expectativa de vida do piauiense cresce 2 anos, mas é a 2ª pior do país

Piauienses vivem menos de 71 anos; estado tem a 2ª menor expectativa de vida; O maranhense é o que vive menos: 70,3 anos. Dados são da pesquisa Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2015, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.

A expectativa de vida ao nascer no Piauí é 70,9 anos, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º), pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao ano de 2015. Em nove anos, o piauiense passou a viver dois anos a mais, visto que em 2004, o índice era 68,8 anos.  

Os dados revelam ainda que as mulheres piauienses vivem mais que os homens. Entre elas, a expectativa de vida chega a 75,1 anos. Eles vivem, em média, até 66,8. O crescimento da expectativa de vida entre as mulheres também foi maior, de 2,7 anos. Entre os homens, foi de 1 ano e meio. 

Apesar do aumento da expectativa de vida, o Piauí possui a segunda pior taxa entre os Estados brasileiros, perdendo apenas para o Maranhão, cujo índice marca 70,3 anos. Os Estados do Maranhão e Piauí possuem expectativas de vida masculina na casa dos 66 anos, valores bem inferiores à média nacional, que é de 71,9 anos. 

A mortalidade masculina é sempre superior à feminina, em todos os Estados. Contudo, a expectativa de vida dos homens em Santa Catarina (75,4 anos) é superior a das mulheres dos Estados de Roraima (74,0 anos), Maranhão (74,2 anos), Rondônia (74,8 anos), Piauí (75,1 anos) e Amazonas (75,2 anos).
Brasil.

Em 2015, a esperança de vida ao nascer no Brasil era de 75,5 anos (75 anos, 5 meses e 26 dias), um aumento de 3 meses e 14 dias em relação a 2014 (75,2 anos). Para a população masculina, o aumento foi de 3 meses e 22 dias, passando de 71,6 anos para 71,9 anos. Já para as mulheres, o ganho foi um pouco menor (3 meses e 4 dias), passando de 78,8 anos para 79,1 anos. A taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) ficou em 13,8 para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos de idade), em 16,1 por mil.

Jornal da Parnaíba

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