quinta-feira, abril 27, 2017

Após ser preso por assalto, homem foge algemado no litoral do Piauí

Todos foram presos pela PM, mas um deles fugiu algemado.

Gilmaci de Lima Sousa, conhecido como “Chuck”, e Alex Sena, o “Papada”. (Crédito: João Júnior / Rede Meio Norte)
Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (27/04) uma residência no conjunto habitacional Nova Vida, no município de Ilha Grande do Piauí, litoral do estado, foi invadida por três homens armados de faca. O trio ainda teria entrado no quintal de outra casa e furtado um pato ganso. Todos foram presos pela PM, mas um deles fugiu algemado.

A proprietária da primeira casa invadida, identificada como Maria de Socorro Lima, relatou que no momento da invasão estava apenas com roupas íntimas e afirma que se não tivesse corrido teria sido estuprada. “Eu estava só de calcinha e sutiã quando foi surpreendida com a presença dos três dentro da minha casa. Cheguei a reconhecer um deles e questionei o porquê daquilo, mas fui ameaçada de morte. Se eu não tivesse corrido, eles teriam me estuprado”, disse.


Viatura de onde um dos suspeitos fugiu algemado. (Crédito: João Júnior / Rede Meio Norte)
Após a casa de Maria Socorro foi a vez da residência do senhor Edvaldo Pinto. De lá, os criminosos furtaram um pato ganso.

Uma guarnição do Grupamento da Polícia Militar de Ilha Grande do Piauí foi acionada e conseguiu prender os três suspeitos. O trio foi levado inicialmente para a sede do GPM para o levantamento de mais informações, mas um dos presos acabou fugindo algemado. “Um deles chegou a apontar o local onde tinha deixado o celular da vítima. O meu colega de viatura foi com ele até o endereço, só que o suspeito conseguiu fugir algemado”, explicou o cabo Francisco Sousa.

Os dois que ainda permaneceram presos foram identificados como Gilmaci de Lima Sousa, de 19 anos, mais conhecido como “Chuck”, e Alex Sena, de 26 anos, o “Papada”. Ambos foram levados para a Central de Flagrantes de Parnaíba para os procedimentos legais. Eles negaram as acusações e colocaram a culpa no outro suspeito que fugiu, que é conhecido como “Catolé”.

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Por Kairo Amaral/Rede Meio Norte | Edição: Jornal da Parnaíba
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